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quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Verdadeiro Amor

 Viver uma verdadeira experiençia de amorosa
é um dos maiores prazeres da vida.
Gostar é sentir com a alma,mas expressar os
sentimentos depende das idéias de cada um.
Condicionamoso amor as nossas necesidades neuroticas e acaamos com ele.
Vivemos uma vida entano fazer com que os
 outros se responsailizem pelas nossas
necesidades enquanto nós nos abandonamos
inrresponsavelmente.
Queremos ser amados e não nos amamos
queremos ser compeendidos e não nos compreendemos.
Quando nos abandonamos,queremos
achar alguém que venha a preencher o buraco
que nós cavamos.
A insastifação,o vazio interior se transformam na
busca contínua de novos relacionamentos,cujo
resultados frustantes se repetiram.

Cada um é o único responsável pelas  suas proprias
necessidades, so quem  se ama pode encontrar 
em sua vida um amor de verdade.



terça-feira, 20 de setembro de 2011

Dica de livro: Pelas portas do coração

A maioria de nós está repleto de modelos sociais de felicidade. Todos queremos ser certos e adequados. E, assim, nos obrigamos a agir contra os impulsos de nossa verdadeira natureza. Pensando fazer o melhor, acabamos por nos conduzir ao vale do desajuste e da dor. Até que a audácia de uma alma forte e lúcida nos mostre que o verdadeiro vencedor é aquele que tem a coragem de calar o mundo em si e caminhar pelas portas do coração.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

DESISTIR DO AMOR





Desisti do amor
da mesma maneira que ele desistiu de mim.
cansei de procurar
em todos os rostos, lugares e sonhos
alguém para amar.
como posso encontrar?
se nem a mim mesmo consegui.
me dei demais, me entreguei, me fiz vulnerável.
muito perdi e nada ganhei,
a não ser esse lugar frio, escuro
e inóspito onde me encontro,
não me importo de ficar aqui, afinal;
desisti de amar.
Vou tentar ao menos conquistar alguns sorrisos
já que não posso ser feliz.

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

DEIXE-ME ENTRAR



 
    
  Jamais tinha assistido um filme de terror
com uma carga emotiva tão intensa,
um amor jovial que aquece a alma,
arrepia com uma sensibilidade incomum para um filme de terror.
Deixe-me entrar não  pede licença
só para entrar em nossa casa, mas em nossas emoções.
Quem não ajudaria ou se envolveria com alguém tão doce e pura?
Quem não entregaria seu amor e compaixão
a jovens diabolicamente encantadores?
Que sobre um novo olhar nos mostra mais uma nova forma de amar.
Um terror puro e delicado,
um amor terno e violento.
O vampirismo e mortes são deixados em segundo plano
por conta de atuações fascinante que nos cativam.
Quando nos dermos conta já estaremos de alguma maneira
torcendo pelo mal.







quarta-feira, 7 de setembro de 2011

EM COMPANHIA DA SOLIDÃO (nossas piores inimigas)


...De repente paro,
acabo pensando um pouco demais, e meus pensamentos se tornam sombrios,
e é então que as duas me encontram.
Aproximam-se de mim,
silenciosas e ameaçadoras como detetives particulares, e me cercam,
a Depressão pela esquerda,
a Solidão pela direita.
Sequer precisam me mostrar seus distintivos.
Eu as conheço muito bem. 
Há anos que temos brincado de gato e rato.
 Pergunto a elas:
"como vocês me encontraram aqui?"
A Depressão, sempre bancando a esperta, diz:
"como assim, você não esta feliz em nos ver?"
 "vá embora", digo a ela.
A Solidão, a mais sensível das duas, diz:
"Desculpe, mas eu preciso segui-lo, é minha missão".
"Eu preferiria que você não fizesse isso",
digo-lhe, e ela dá de ombros, quase pedindo desculpas,
mas se aproximando ainda mais.
Então eles me revistam.
Esvaziam meus bolsos de qualquer alegria que eu estivesse carregando aqui.
A Depressão chega a confiscar minha identidade;
mas ela sempre faz isso.
Então a solidão começa a me interrogar, 
coisa que detesto, porque sempre dura horas.
Ela é educada, mas implacável, 
e sempre acaba me encurralando.
Pergunta se eu acho que tenho algum motivo para estar feliz.
Pergunta por que estou sozinho esta noite.
Pergunta onde acho que vou estar quando ficar velho,
se continuar vivendo assim.
Volto para casa, esperando me livrar delas, 
mas elas continuam a me seguir,
A Depressão me segura firme pelo ombro
e a solidão me bombardeia com seu interrogatório.
Sequer tenho forças para jantar;
não quero que elas fiquem me espionando.
"Não é justo vocês virem aqui", digo a Depressão.
Mas ela simplesmente me dá aquele sorriso sombrio,
acomoda-se em minha cadeira preferida e acende um charuto,
enchendo o aposento com sua fumaça desagradável.
A Solidão olha aquela cena e dá um suspiro,
em seguida deita-se na minha cama e se cobre com as cobertas,
inteiramente vestida, de sapato e tudo. 
Estou sentindo que vai me obrigar a dormir com ela 
de novo esta noite.